sábado, 28 de maio de 2011




Aquecedor ligado. No máximo!

Tudo de novo...

O mês mal acabou e de novo tenho que arrumar as malas....saco! :(
Rsrsrs. Malditas queimadoras de sutiã! Eu vos odeio! rsrsrs
Ah, esqueci: chique é usar transporte coletivo. O duro é que isso só é chique no Primeiro Mundo, aqui no Brasil, não! Que feio!

Ai que falta de educação!

Dirigir pelas ruas de São Paulo, mesmo ou principalmente nos finais de semana, é um saco! Tirando o excesso de carros e os irresponsáveis motoqueiros, é nóis mano, a falta de educação das pessoas atrapalha muito: tem gente com o carro parado onde não deve em todo lugar, tem caminhão e ônibus querendo atravessar de uma faixa pra outra e passar em cima de qualquer outro carro menor que esteja perto (todos), tem gente correndo no meio da rua para não precisar ir até a faixa de pedestres, tem gente vendendo coisas pirateadas no farol, tem um monte de gente falando no celular e que não olha para os lados e tem gente xingando, claro, porque falta de educação também inclui isso! Que feio!

Wagner Rossi anuncia R$ 107 bilhões para o Plano Safra

Por Viviane Taguchi

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, anunciou nesta quinta-feira (26/5), durante Seminário BM&F Bovespa, realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP), que o governo aplicará R$ 107 milhões no Plano Safra 2011. O dinheiro, segundo o ministro, será aplicado principalmente nos setores sucroenergético e pecuário. “Uma das prioridades do governo é resgatar a competitividade de setores que permitam ao Brasil despontar como um grande protagonista do mercado global, como o setor sucroalcooleiro e a pecuária”, afirmou Rossi.

O anúncio oficial da aplicação da verba, segundo o político, será anunciado oficialmente em duas semanas pela presidente Dilma Roussef. O ministro explicou que no setor de produção de etanol e açúcar, as verbas serão destinadas para a renovação dos canaviais. “O setor vinha crescendo vertiginosamente entre os anos 2003 e 2007. A crise econômica de 2008 praticamente paralisou todos os investimentos e perdemos competitividade. Está aí o resultado”, disse Rossi, se referindo aos recentes problemas de mercado enfrentados pelo etanol (preço alto e demandas cada vez maiores em consequência da frota de carros flex).

“O Brasil desponta no mercado de energias limpas como o grande produtor. Não podemos esperar mais para ver se os investimentos retornam, é preciso agir e o governo vai acompanhar o desenvolvimento deste setor a partir de agora”, garantiu o ministro. Para ele, a transferência dos negócios de etanol e o controle da produção para Agência Nacional do Petróleo (ANP) garantirá ao produto brasileiro mais desenvolvimento. “Etanol é combustível e não pode ser tratado como outra categoria. A partir da ANP, teremos garantia de suprimentos para atender a demanda interna e estar prontos para as exportações”.


Investimentos
O ministro disse que a presidente Dilma Roussef quer incentivar os negócios energéticos brasileiros para estar preparada para a abertura do mercado norte-americano ao combustível. “Acreditamos que o presidente Obama anuncie, muito em breve, a queda das taxas sobre o etanol. Então, precisamos estar muito bem preparados, ou seria uma vergonha”.

Na pecuária, Wagner Rossi enfatizou que os investimentos serão destinados a pelo menos três setores: o de recuperação de solos de pastagens, pesquisas genéticas vegetais e incentivo à popularização da pecuária de elite. Dados do Mapa apontam para um desequilíbrio brutal entre o desenvolvimento da agricultura e da pecuária nos últimos 50 anos. Enquanto a primeira cresceu 800% no período, o crescimento da pecuária foi de 250%. “Mesmo com este gap , temos a melhor genética bovina do mundo”, afirmou Rossi. Mas o que ele quer é que todos os criadores de gado possam ter acesso a esta genética. “É importante que todos os pecuaristas tenham condições de ter este gado melhorado em seu pasto. Isso é agregar valor à cadeia”. A sustentabilidade na pecuária também foi citada pelo ministro, mas ele não deu maiores detalhes de como o governo irá incentivar o setor a buscar esta eficiência alimentar e ambiental.

Esse é o link:
http://glo.bo/kHUEop

Otimismo na agricultura deve continuar nos próximos cinco anos

O bom momento vivido pelo agronegócio brasileiro no ano passado e nos primeiros meses deste ano deve se repetir nas próximas quatro safras agrícolas. A previsão é do consultor agropecuário André Pessoa, sócio da Agroconsult, que participa nesta quinta-feira (26/05) do Seminário BM&F Bovespa, realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP).

Produtividade e rentabilidade elevadas, custos controlados e relações de troca favoráveis são fatores incomuns para um único ano agrícola, mas segundo o especialista, o produtor brasileiro pode começar a se acostumar com este equilíbrio positivo a partir de agora. Isso tudo, porém, só vai ser viável se o setor nacional se empenhar em expandir a área plantada com investimentos em tecnologia e sustentabilidade e apoio institucional.

“Os próximos anos podem ser muito parecidos com 2010. O que é incomum pode tornar-se comum para o setor. É uma expectativa bastante viável”, afirma. Pessoa explica que o bom momento é fruto de uma mudança profunda no perfil do consumidor mundial e principalmente, na elevação de seu poder de compra. “Os consumidores de países emergentes elevaram seu poder de compra. Hoje, eles já consideram inserir fontes de proteínas à sua dieta”, diz ele. “Isso era inviável para muitas economias, como a China, por exemplo, poucos anos atrás”.

Estes fatores – aumento da demanda por proteínas e maior poder de compra – pressionaram os preços das commodities no mercado internacional, aliados a variações cambiais. Ele diz que existe agora, ao contrário do cenário de dez anos passados, um choque de demanda no mercado mundial, que reduz os níveis de estoques e eleva os preços das commodities. “Isso tem relação direta com a urbanização, o crescimento da população, e a mudança de comportamentos socioeconômicos. A demanda por alimentos vai crescer e vai ser preciso suprir. Quem ainda tem áreas para crescer? A América do Sul e a África, apenas”, afirma.


Expansão
Na lista de países que podem oferecer novas áreas de plantio, o Brasil ganha destaque. No país, seria possível expandir em 22 milhões de hectares a área plantada, respeitando as áreas de preservação e florestas.

Este aumento, na opinião do consultor André Nassar, da Consultoria Icone, é a melhor oportunidade que o país tem para avançar, mas é preciso ainda vencer alguns desafios tais como estruturar uma política institucional que subsidie o produtor rural, profissionalizar as empresas de grãos sob a ótica das práticas sustentáveis, expandir a comercialização antecipada e a prática de hedge (quando o vendedor ‘trava’ o preço no mercado futuro garantindo um lucro mínimo), aumentar o armazenamento de grãos nas fazendas, intensificar a mecanização da lavoura e resolver, de uma vez por todas, a questão do Código Florestal.

“Crescer apenas 1% ao ano não será suficiente para equilibrar a demanda e oferta, é preciso aumentar este índice. Se levarmos em consideração as condições que temos aqui no Brasil com outros países, como a China, ou os Estados Unidos, nossa agricultura é vergonhosa. Mas lá, eles possuem uma política institucional e nós não. Lá, eles não têm mais onde plantar e aqui, nós temos área sobrando e bom clima”, afirma Nassar. “É chato ficar colocando ponto negativo quando está todo mundo otimista, mas temos que nos preocupar com este debate para garantir o futuro, porque o Itamarati não está muito preocupado não”, disse.


Esse é o link:
http://glo.bo/kO5Pf1
Esse é o link :)

http://glo.bo/lW19lX

Agora que eu sou jornalista multimídia....hahaha

Interior de São Paulo exporta mini cavalos

Em um haras de Socorro, região do Circuito das Águas, já nasceram cavalos de 45 centímetros






Viviane Taguchi



A apenas 130 quilômetros do centro de São Paulo, onde a paisagem das montanhas e o barulhinho das cachoeiras dão um toque todo especial às cidades do Circuito das Águas, existe uma fazenda bem diferente. Uma fazendinha, diga-se de passagem. Apesar de seu proprietário ter quase 2 metros de altura e não ter nada de 'inho', o Haras São Francisco, em Socorro, transformou-se no berço dos mini-cavalos brasileiros. De lá, saíram quase todos os exemplares de equinos em miniatura que povoam o plantel nacional e agora, com cavalos cada vez menores, o haras também começa exportar animais.

Ariodante Beneduzzi, popularmente conhecido na cidade como Dantinho, é o homem dos pequenos cavalos. Sempre foi apaixonado por animais e chegou a ter grandes criações de cavalos Mangalarga e de gado Nelore na região. Largou tudo quando percebeu o crescimento do segmento dos mini-animais, nos anos 1990. "No início, era tudo um hobby, mas depois virou um negócio rentável. Hoje, estamos começando a colher os frutos de investimentos que fizemos 15 anos atrás, quando importamos alguns exemplares de american miniatuare horse em parceria com outros criadores brasileiro", conta o empresário.

Estes bons frutos significam animais cada vez menores, como o cavalinho branco de 45 centímetros, o "Pequeno Príncipe" que nasceu no haras de Beneduzzi, no ano passado. O animal foi vendido por quase R$ 60 mil e hoje vive em Goiás. O menor cavalo do mundo que se tem notícia nasceu na Inglaterra, no ano passado. Einstein, como foi batizado, mede 35 centímetros e pesa 4 quilos. Ele também é da raça american miniature horse.



O mini-cavalo Pequeno Príncipe tem 45 centímetros e foi vendido por R$ 60 mil para um criador goianoNo haras de Dantinho, tudo é adaptado para os pequenos: as baias são menores, com portinholas bem baixas para que os animais, quando guardados, possam "curtir" o movimento da propriedade colocando a cabeçinha para fora. Os cochos também ficam quase no chão. "Eles comem muito pouco e são mais econômicos, pois não exigem mão-de-obra redobrada não", afirma o criador. Na propriedade, que fica no centro da cidade, existem quase 100 animais, quase todos medindo entre 0,60 e 0,90 metro. Três funcionários se dividem para cuidar da turma, que deita e rola no gramado do haras quando estão soltos.

Desde que iniciou o negócio, o criador já vendeu cavalos em miniatura para todo os estados brasileiros. De 2009 para cá, começou a exportar animais para o Senegal, Argentina e Uruguai, estes dois, os principais países produtores de mini-cavalos. Por ano, a média de venda é de 300 animais, cujos preços variam conforme o tamanho. "Quanto menor o cavalo, maior o preço", resume.

Ele afirma que o preço de um mini pode variar de R$ 5 mil até R$ 100 mil, embora nos Estados Unidos já tenham sido registradas as vendas de pequenos cavalos por R$ 150 mil."Recebemos muitas pessoas interessadas em comprar um mini-horse para cria-los em sítios, chácaras, escolas, parques e hotéis, mas ultimamente, os clientes querem os bichos para serem pets, fazer companhia para crianças ou iniciar um criatório".


Origem
No Brasil, os mini cavalos são descendentes de pôneis pré-históricos Shetland, da Inglaterra, e dos argentinos Fallabelas. Há quase 15 anos, os animais começaram a ser cruzados com o american miniature horse, citado anteriormente pelo empresário. "Quem olha, pensa que
são animais frágeis, mas estes cavalos são extremamente rústicos como seus antepassados", diz o criador. Os mini-horses têm dupla aptidão para sela e tração. Na tração, eles são utilizados para puxar mini-carroças com crianças. "São animais muito rústicos, que tiveram que enfrentar geleiras em terrenos montanhosos e aprenderam a se embrenhar na mata para fugir de seus predradores. Eles conservaram muito destas características".

O Haras São Francisco é aberto a visitações. No local, o empresário também mantém uma loja de mini-acessórios, onde é possível comprar uma mini-sela, mini-esporas e mini-chapéus.

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Faxina!

Que idéia brilhante: peguei um WAP para limpar o banheiro de menos de 2 metros do apartamento. Quem saiu chamuscada de água de alta pressão fui eu. E a tinta do teto saiu também. Que sacoooooooooooooooooooooooo!E pior: a água escorreu por todo o resto da casa. Porquê tem engenheiro que constrói a caída de água do lado contrário? Pq aqui em casa, os ralos ficam no alto...ou será que o mundo é que tá de ponta cabeça?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Usina do grupo Santa Adélia e Pioneiros Bioenergia unem operações

Holding formada pelas empresas terá capacidade de moagem de 6 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra

por Viviane Taguchi

Duas das maiores usinas de cana-de-açúcar localizadas no extremo oeste do estado de São Paulo, a Usina Interlagos, do Grupo Santa Adélia, em Pereira Barreto, e a Pioneiros Bioenergia, em Sud Mennucci, estão perto de iniciar uma operação conjunta de suas atividades. A fusão, que visa sanar as dívidas acumuladas das duas unidades (a dívida da Pioneiros Bioenergia gira em torno de R$ 137 milhões e a da Santa Adélia, em torno de R$ 300 milhões) deve ocorrer nas próximas semanas e os detalhes estão sendo acertados em sigilo pelas duas diretorias.

Celso Torquato Junqueira Franco, diretor presidente da Pioneiros Bioenergia e atual presidente da União dos Produtores de Bioenergia (Udop), confirmou a negociação,que envolverá a troca de ações entre as duas unidades. Os acionistas da Pioneiros ficarão com 20% das ações no Grupo Santa Adélia, que tem sede em Jaboticabal (SP), e o controle da holding deve ficar nas mãos da família Bellodi (Santa Adélia).

Após a incorporação, a capacidade da "nova empresa" será de seis milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Hoje, a usina de Pereira Barreto processa quatro milhões de toneladas (120 mil toneladas de açúcar e 350 milhões de litros de etanol) e a Pioneiros Bioenergia, 1,5 milhões de toneladas de cana. A unidade lançou, na safra 2006/2007, a primeira usina termelétrica do estado de São Paulo com capacidade para gerar 145 mil MWh/ano. Segundo a Unica, é considerada a usina com maior eficiência por tonelada de cana moída do país. Com a Santa Adélia, passará a ter condições de vender à rede 520 mil mewgawatts/hora por ano.

Segundo Junqueira Franco, a incorporação das atividades das duas uniades permitirá investimentos maiores para alcançar a capacidade de 10 milhões de toneladas de cana nos próximos três anos. As duas usinas são cooperadas da Coopersucar.

Flex à antiga

A Pioneiros Bioenergia foi uma das primeiras destilarias que surgiram no estado de São Paulo para atender o Programa Nacional do Álcool, ProAlcool. Em 1981, chegou a produzir 21 milhões de litros de etanol. Seu proprietário, Cícero Junqueira Franco, foi um dos coautores da elaboração do plano junto com Lamartine Navarro. Na época, Cícero já era acionista majoritário da Usina Vale do Rosário, localizada em Morro Agudo, na região de Ribeirão Preto (SP) (posteriormente incorporada à Santa Elisa e depois, à LDC-Sev), e transformou a fazenda de gado que tinha em Sud Mennucci para instalar a sede da usina.

Cícero foi um dos primeiros empresários brasileiros a apostar na tecnologia flex, mesmo à sua moda e tempo. Empenhado em divulgar o combustível verde, ele mandou um mecânico converter o motor do seu carro, um Fiat 147, para usar o álcool. O empresário conta que, certa vez, decidiu viajar com o carro e o tanque esvaziou. "Os postos de combustíveis tinham bombas de álcool, mas o produto ainda não estava sendo vendido, eram só bombas. Fiquei sem combustível e fui abastacer sabe onde? Na farmácia", lembra o pioneiro. "Eu comprei um monte de garrafinhas de álcool lá na drogaria, em Pereira Barreto. O carro falhou várias vezes até chegar em Sud Mennucci, mas cheguei".

A Usina Interlagos é de propriedade da família Bellodi, que atua no setor sucroalcooleiro na região de Jaboticabal desde a década de 1930. Os negócios começaram com a produção de rapadura, cachaça e açúcar e, a partir dos anos 1975, iniciou a produção de álcool, também incentivada pelo ProAlcool. A unidade em Pereira Barreto entrou em atividade em 2006 e está distante cerca de 40 quilômetros da Pioneiros.


Link:
http://glo.bo/jHMjqJ

sábado, 14 de maio de 2011

Da Mata anuncia mais uma usina de cana em São Paulo

Grendene e Barcelos vão instalar unidade industrial com capacidade para 3 milhões de toneladas de cana

por Viviane Taguchi com informações da Udop

Os empresários e pecuaristas Alexandre Grendene e Jonas Barcelos, sócios da Usina da Mata, unidade processadora de cana-de-açúcar instalada em Valparaíso (SP), na região noroeste do estado, vão continuar investindo no setor sucroenergético na região. Nesta sexta-feira (13/5), diretores da usina anunciaram a instalação de uma nova unidade industrial em Santo Antônio do Aracanguá, cidade distante cerca de 80 quilômetros de Valparaíso. Tanto Grendene quanto Barcelos possuem fazendas de gado na região e, em 2008, passaram a investir na produção de etanol e bioeletricidade.

A nova fábrica ainda não tem data prevista para entrar em atividade, mas de acordo com Luiz Carlos dos Reis Nonato, prefeito de Aracanguá, as negociações para a instalação do parque agroindustrial estão avançando rápido. Nesta semana, a empresa apresentou o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental a prefeitura.

O prefeito de Santo Antônio do Aracanguá afirmou que, assim como ocorreu em Valparaíso, os empresários se comprometeram a financiar a manutenção das estradas da região quando as primeiras toneladas de cana começarem a ser colhidas e também, a desenvolver projetos de preservação da fauna e flora com monitoramento por câmeras noturnas, e controle de qualidade dos rios e lençóis freáticos da região.

Jorge Hatem, diretor superintendente da Usina da Mata, afirmou que a unidade - que receberá o nome de Usina Santa Marina - terá capacidade inicial para processar 1,2 milhão de tonelada de cana (capacidade atual da usina de Valparaíso) e sua capacidade máxima será de 3 milhões de toneladas. Segundo ele,a usina Santa Marina já iniciará as atividade produzindo açúcar e etanol e, posteriormente, energia elétrica a partir do bagaço da cana.

De acordo com Hatem, os investimentos do grupo também serão direcionados à matriz. Ainda nesta safra, a capacidade será ampliada para 4 milhões de toneladas e a unidade deverá receber uma fábrica de açúcar anexa à destilaria, mas não revelou números de investimentos. Atualmente a unidade produz apenas etanol.

Cobiça

Em dezembro do ano passado, a Usina da Mata foi o objeto de cobiça de grandes grupos. O Shree Renuka, grupo indiano que atua fortemente no setor na Índia, chegou a anunciar a compra da unidade, mas o negócio não foi fechado. Os indianos compraram 51,3% do Grupo Equipav (as usinas Equipav de Promissão e Biopav, em Brejo Alegre, ambas na região noroeste do estado de São Paulo) e a Vale do Ivaí Açúcar e Álcool, no norte do Paraná. Antes disso, a multinacional americana ADM já havia sondado Grendene e Barcelos.

Nas duas ocasiões, Grendene confirmou as sondagens e reforçou que não tinha interesse de vender a usina.

Link:
http://glo.bo/kupr9C